Um homem santo deve ter vencido a tentação das três barras: da toga, da saia e do ouro, isto é, a tentação do orgulho próprio, a tentação sexual e tentação material".
"Uma pessoa de verdadeiro caráter quando nomeada para uma função para a qual não tem capacidade, abdica à posição pelo sucesso daquele empreendimento".
"Em Deus não existe a característica de acusar e perseguir em quem faz isto não pode dizer que está do lado Dele".
"Quando alguém faz o bem aos outros,definitivamente está do lado de Deus, uma vez que satanás não inspira sentimentos altruistas".
"A intolerância e os dogmas de muitos líderes religiosos contribuiram para jogar a sociedade no caos em que se encontra".
"A capacidade administrativa do líder e a delegação de responsabilidades são as garantias do sucesso de qualquer sistema".
"Quem tem mania de rei na vida pública, não compartilha o poder e não aceita sugestões: estas tem sido algumas das causas da corrupção".
Simão Ferabolli - do livro "Grandes Verdades em poucas palavras" Publicado pela Il Rung, em Jardim-MS-2004
terça-feira, 10 de abril de 2012
domingo, 8 de abril de 2012
MEU CRIADOR, MEU PAI, MEU AMIGO
DEUS
Antes da Origem
A solidão
Depois
A expectativa
Mais adiante
A decepção
E a dor.
Queria alegria
Queria companhia
Muitas alegrias
Variadas alegrias
Mas, pela história
Tem recebido
Muitas dores
Variadas dores
E agonia
Provindas da alma
Humana.
Antes da Origem
A solidão
Depois
A expectativa
Mais adiante
A decepção
E a dor.
Queria alegria
Queria companhia
Muitas alegrias
Variadas alegrias
Mas, pela história
Tem recebido
Muitas dores
Variadas dores
E agonia
Provindas da alma
Humana.
TEMPOS DE INFÂNCIA
Poesias dos melhores tempos: a infância
CAMINHO PARA A ESCOLA
Era no caminho para a escola
Quando eu nem conhecia vida
Mas já sentia a solidão
Cortava caminho e chegava
Não na escola, mas num buracão
Uma enorme erosão da Terra
No fundos da chacára do meu avô
Que eu procurava alí?
Naquele silêncio olhando o verde
Não sei...
Mas foi alí, sozinha
Observando aquele enorme buracão
Que eu comecei um caminho doloroso.
LEMBRANÇAS DE INFÂNCIA
CADEIRINHAS DE CAPIM
De tanto andar entre os capins
Ardiam as minhas magras pernas
Mas criança não liga prá essas coisas
Eu ia atrás
Com cadeirinhas de capim nas mãos
Foi o meu pai quem fez
E era ele quem ia na frente com meu irmão.
HORA DO RECREIO
Hora do recreio
A meninada toda no pátio
E eu sentada num banco
Comia passoquinha
E às vezes, pé-de-moloque
Dedico essas poesias e lembranças ao meu irmão João Marcos Ferreira, sua epôsa Ana Paula e meus maravilhosos sobrinhos Felipe e Letícia. (E também à sogra de meu irmão que é um doce de pessoa, a dona Ondina).
CAMINHO PARA A ESCOLA
Era no caminho para a escola
Quando eu nem conhecia vida
Mas já sentia a solidão
Cortava caminho e chegava
Não na escola, mas num buracão
Uma enorme erosão da Terra
No fundos da chacára do meu avô
Que eu procurava alí?
Naquele silêncio olhando o verde
Não sei...
Mas foi alí, sozinha
Observando aquele enorme buracão
Que eu comecei um caminho doloroso.
LEMBRANÇAS DE INFÂNCIA
CADEIRINHAS DE CAPIM
De tanto andar entre os capins
Ardiam as minhas magras pernas
Mas criança não liga prá essas coisas
Eu ia atrás
Com cadeirinhas de capim nas mãos
Foi o meu pai quem fez
E era ele quem ia na frente com meu irmão.
HORA DO RECREIO
Hora do recreio
A meninada toda no pátio
E eu sentada num banco
Comia passoquinha
E às vezes, pé-de-moloque
Dedico essas poesias e lembranças ao meu irmão João Marcos Ferreira, sua epôsa Ana Paula e meus maravilhosos sobrinhos Felipe e Letícia. (E também à sogra de meu irmão que é um doce de pessoa, a dona Ondina).
Então...
Poesias do tempo passado, quando havia ainda esperança....
OS SONHOS
"Até hoje não entendi
Se se sonho enquanto durmo
Ou se quando acordo
É que começo a sonhar!
A PRESENÇA DO HOMEM
Nódoa num brilhante
Mancha na Terra
Sangue no Mar
É o Homem
Marcando presença
Sua eterna presença
Que cheira mal
Que escurece as águas
E que apaga o sol
PERSEGUIÇÃO
Passos me perseguem
Jogas pedras no caminho
Para eu tropeçar
Quando o ânimo me convida
E me forçam a continuar
Os passos que me perseguem
Quando vê que me levanto
Torna a me empurrar
O PONTO FINAL
Um dia chega o fim
O final da história
O ponto final
O desfecho!
OS SONHOS
"Até hoje não entendi
Se se sonho enquanto durmo
Ou se quando acordo
É que começo a sonhar!
A PRESENÇA DO HOMEM
Nódoa num brilhante
Mancha na Terra
Sangue no Mar
É o Homem
Marcando presença
Sua eterna presença
Que cheira mal
Que escurece as águas
E que apaga o sol
PERSEGUIÇÃO
Passos me perseguem
Jogas pedras no caminho
Para eu tropeçar
Quando o ânimo me convida
E me forçam a continuar
Os passos que me perseguem
Quando vê que me levanto
Torna a me empurrar
O PONTO FINAL
Um dia chega o fim
O final da história
O ponto final
O desfecho!
sexta-feira, 6 de abril de 2012
É SEXTA-FEIRA
Dia 06 de Abril do ano de 2012. Depois de uma longa caminhada, é isso que nos resta. Rodar, rolar, campear prá lá e prá cá, e ver, mortificados, com um nó estômago, que tudo o que resta aos humanos são futilidades, mesmices, deixa prá lá, é besteira, etc e tal.
Há milênios, muitos milênios, que não se dá para contar quantos, uma rebelião marcava o início de um trágico caminho para o universo, e na sua esteira, o planeta Terra, lugar habitado por um tipo de existência chamada humanidade.
Lá, nesse lugar, sabe-se lá onde, em que dimensão, a luta continua espada contra espada, uma rebelião que abastece seus frutos nesses seres tãos insignificantes, tirados do barro, feitos como macacos, e que se acham os herdeiros, os filhos daquele que ninguém sabe exatamente quem é.
Sabe-se lá quem luta nessa rebelião: arcanjos, anjos, espíritos ancestrais, ou todos eles? Não se sabe, e nem se interessa saber. Estamos absortos, entretidos com o dia-a-dia da mesmice, das fofocas, das divisões, da burrice misturada com jumentice.
Escutem aqui! Olhem para o céu e vejam. O fim de tudo já chegou. Esse planeta está habitado por zumbis. Gente morta. Gente muito morta.
Onde estão os vivos? Não sobreviveu ninguém?
Há milênios, muitos milênios, que não se dá para contar quantos, uma rebelião marcava o início de um trágico caminho para o universo, e na sua esteira, o planeta Terra, lugar habitado por um tipo de existência chamada humanidade.
Lá, nesse lugar, sabe-se lá onde, em que dimensão, a luta continua espada contra espada, uma rebelião que abastece seus frutos nesses seres tãos insignificantes, tirados do barro, feitos como macacos, e que se acham os herdeiros, os filhos daquele que ninguém sabe exatamente quem é.
Sabe-se lá quem luta nessa rebelião: arcanjos, anjos, espíritos ancestrais, ou todos eles? Não se sabe, e nem se interessa saber. Estamos absortos, entretidos com o dia-a-dia da mesmice, das fofocas, das divisões, da burrice misturada com jumentice.
Escutem aqui! Olhem para o céu e vejam. O fim de tudo já chegou. Esse planeta está habitado por zumbis. Gente morta. Gente muito morta.
Onde estão os vivos? Não sobreviveu ninguém?
quarta-feira, 4 de abril de 2012
O AMOR
Amor: O Conteúdo da Consciência Moral
Prof. Léo Villaverde
Jornalista/escritor psicopedagogo/mestrando em educação.
Autor de Biocosmos. O Universo Vivo (Cultrix, 2000)
Pensemos nos valores morais universais onipresentes em todas as sociedades da história, aos quais o filósofo Immanuel Kant chamou de imperativos categóricos em sua obra A Crítica da Razão Prática (Editora Escala, 2006). A hipótese ateísta da tabula rasa (“o cérebro é uma folha de papel em branco; o homem é produto do meio social”) já foi descartada, e a teoria da natureza humana universal inata já foi confirmada (Cf. Tábula Rasa. Steven Pinker. Cia. das Letras, 2002. Além do Cérebro. Stanislav Grof. McGraw-Hill, 1987, e O Eu e o Cérebro. Karl Popper & John Eccles. UnB/Papirus, 1991. Eccles foi o ganhador do Prêmio Nobel de Fisiologia/Medicina de 1963), entre outros pensadores Deusistas que afirmaram a realidade e a natureza transfísica (espiritual) da mente e da consciência.
Quando falamos em consciência humana estamos nos referindo a um conjunto de valores morais inatos e onipresentes na consciência moral dos seres humanos, os quais foram identificados e classificados como onipresentes em todas as sociedades da história. Isto já era de se esperar, uma vez que a sociedade é produto da exteriorização natural e espontânea da própria natureza humana. A sociedade é a imagem do homem, como temos enfatizado no estudo da sociologia Deusista.
Já sabemos que as três bênçãos de Deus (Crescei! Multiplicai! Subjugai!) representam três desejos essenciais inscritos na natureza humana inata universal: educação, família e prosperidade. Sabemos ainda que, na busca pela concretização destes três desejos essenciais, o homem se organiza em sociedades cuja estrutura se caracteriza por três pilares fundamentais: ideologia, política e economia, os quais se organizam a partir dos três desejos essências da natureza humana.
Quando paramos pra pensar na consciência humana e nos valores morais inatos, universais e históricos da humanidade descobrimos mais um profundo vínculo entre os três desejos essenciais da natureza humana, a consciência moral do homem e os valores morais universais. Descobri que o conteúdo essencial da consciência moral dos seres humanos é o amor, o mais poderoso e desejado sentimento, e que todos os valores morais são distintas expressões do amor, e existem para conduzir o homem na direção da realização dos três desejos essenciais de sua natureza inata (educação, família e prosperidade). Por exemplo: a verdade, a sinceridade e a dignidade são valores morais relacionados com o primeiro desejo essencial (educação).. A castidade, a fidelidade e a fraternidade são valores morais relacionados com o segundo desejo essencial (família). Por fim, o profissionalismo, o empenho e a honestidade são valores morais relacionados com o terceiro desejo essencial da natureza humana inata (prosperidade). Desse modo, percebe-se claramente a realidade do vínculo entre os três desejos essenciais da natureza humana, o amor, a consciência moral e os valores humanos universais. Fica claro também que a consciência moral do homem foi criada para conduzir o homem na direção da concretização e perpetuação dos três desejos essenciais inscritos por Deus na própria natureza humana.
O amor emerge desse estudo como o sentimento único que permeia o cosmos (“Deus é amor”). Se o amor é o sentimento único, como explicar o ódio e seus afins? Uma analogia entre o calor e o amor facilita o entendimento da onipresença e predominância absoluta do amor. Partindo do calor máximo à medida que o calor diminui recebe nomes distintos em cada ponto, até atingir a ausência total de calor: o frio máximo, o zero absoluto (–273°C). Coisa semelhante se dá com o amor. À medida que o amor diminui vai recebendo nomes distintos em cada ponto (ciúme, inveja, mágoa, rancor, vingança...) até atingir o ódio, a “ausência” total de amor. Nesse ponto, o amor, a consciência moral, é desprezada (embora continue latente e atuante), o ódio assume o controle e passa a gerar os antivalores contrários à concretização dos três desejos essenciais. Vê-se, assim, que os valores morais brotam do amor, que é o conteúdo da consciência moral, e existem alinhados com/e para favorecer a concretização das três bênçãos de Deus para o homem; ou dos três desejos essenciais da natureza inata do ser humano.
O amor se manifesta sob a forma dos valores morais, os quais tem a finalidade de conduzir o homem no caminho da realização das três bênçãos, ou dos três desejos essenciais. Por isso, é da prática do amor, dos valores morais (éticos, no convívio social) que surgem os cidadãos de bem; e é da ausência do amor, do abandono dos valores morais, que surgem os sociopatas (criminosos antissociais), os quais geram a necessidade dos sistemas policial, judicial e prisional para proteger os cidadãos de bem e retirar os sociopatas do convívio social, mantendo-os em jaulas (como feras selvagens). Se houvesse sabedoria divina nos governos ateístas, ditos laicos, eles calculariam o custo social e financeiro dos sistemas policial, judicial e prisional e descobririam que é mais fácil e muitíssimo mais barato fortalecer os valores morais da consciência humana desde o ensino fundamental. Bastaria introduzir a educação de valores na rede de escolas e universidades públicas, já devidamente montada.
Prof. Léo Villaverde
Jornalista/escritor psicopedagogo/mestrando em educação.
Autor de Biocosmos. O Universo Vivo (Cultrix, 2000)
Pensemos nos valores morais universais onipresentes em todas as sociedades da história, aos quais o filósofo Immanuel Kant chamou de imperativos categóricos em sua obra A Crítica da Razão Prática (Editora Escala, 2006). A hipótese ateísta da tabula rasa (“o cérebro é uma folha de papel em branco; o homem é produto do meio social”) já foi descartada, e a teoria da natureza humana universal inata já foi confirmada (Cf. Tábula Rasa. Steven Pinker. Cia. das Letras, 2002. Além do Cérebro. Stanislav Grof. McGraw-Hill, 1987, e O Eu e o Cérebro. Karl Popper & John Eccles. UnB/Papirus, 1991. Eccles foi o ganhador do Prêmio Nobel de Fisiologia/Medicina de 1963), entre outros pensadores Deusistas que afirmaram a realidade e a natureza transfísica (espiritual) da mente e da consciência.
Quando falamos em consciência humana estamos nos referindo a um conjunto de valores morais inatos e onipresentes na consciência moral dos seres humanos, os quais foram identificados e classificados como onipresentes em todas as sociedades da história. Isto já era de se esperar, uma vez que a sociedade é produto da exteriorização natural e espontânea da própria natureza humana. A sociedade é a imagem do homem, como temos enfatizado no estudo da sociologia Deusista.
Já sabemos que as três bênçãos de Deus (Crescei! Multiplicai! Subjugai!) representam três desejos essenciais inscritos na natureza humana inata universal: educação, família e prosperidade. Sabemos ainda que, na busca pela concretização destes três desejos essenciais, o homem se organiza em sociedades cuja estrutura se caracteriza por três pilares fundamentais: ideologia, política e economia, os quais se organizam a partir dos três desejos essências da natureza humana.
Quando paramos pra pensar na consciência humana e nos valores morais inatos, universais e históricos da humanidade descobrimos mais um profundo vínculo entre os três desejos essenciais da natureza humana, a consciência moral do homem e os valores morais universais. Descobri que o conteúdo essencial da consciência moral dos seres humanos é o amor, o mais poderoso e desejado sentimento, e que todos os valores morais são distintas expressões do amor, e existem para conduzir o homem na direção da realização dos três desejos essenciais de sua natureza inata (educação, família e prosperidade). Por exemplo: a verdade, a sinceridade e a dignidade são valores morais relacionados com o primeiro desejo essencial (educação).. A castidade, a fidelidade e a fraternidade são valores morais relacionados com o segundo desejo essencial (família). Por fim, o profissionalismo, o empenho e a honestidade são valores morais relacionados com o terceiro desejo essencial da natureza humana inata (prosperidade). Desse modo, percebe-se claramente a realidade do vínculo entre os três desejos essenciais da natureza humana, o amor, a consciência moral e os valores humanos universais. Fica claro também que a consciência moral do homem foi criada para conduzir o homem na direção da concretização e perpetuação dos três desejos essenciais inscritos por Deus na própria natureza humana.
O amor emerge desse estudo como o sentimento único que permeia o cosmos (“Deus é amor”). Se o amor é o sentimento único, como explicar o ódio e seus afins? Uma analogia entre o calor e o amor facilita o entendimento da onipresença e predominância absoluta do amor. Partindo do calor máximo à medida que o calor diminui recebe nomes distintos em cada ponto, até atingir a ausência total de calor: o frio máximo, o zero absoluto (–273°C). Coisa semelhante se dá com o amor. À medida que o amor diminui vai recebendo nomes distintos em cada ponto (ciúme, inveja, mágoa, rancor, vingança...) até atingir o ódio, a “ausência” total de amor. Nesse ponto, o amor, a consciência moral, é desprezada (embora continue latente e atuante), o ódio assume o controle e passa a gerar os antivalores contrários à concretização dos três desejos essenciais. Vê-se, assim, que os valores morais brotam do amor, que é o conteúdo da consciência moral, e existem alinhados com/e para favorecer a concretização das três bênçãos de Deus para o homem; ou dos três desejos essenciais da natureza inata do ser humano.
O amor se manifesta sob a forma dos valores morais, os quais tem a finalidade de conduzir o homem no caminho da realização das três bênçãos, ou dos três desejos essenciais. Por isso, é da prática do amor, dos valores morais (éticos, no convívio social) que surgem os cidadãos de bem; e é da ausência do amor, do abandono dos valores morais, que surgem os sociopatas (criminosos antissociais), os quais geram a necessidade dos sistemas policial, judicial e prisional para proteger os cidadãos de bem e retirar os sociopatas do convívio social, mantendo-os em jaulas (como feras selvagens). Se houvesse sabedoria divina nos governos ateístas, ditos laicos, eles calculariam o custo social e financeiro dos sistemas policial, judicial e prisional e descobririam que é mais fácil e muitíssimo mais barato fortalecer os valores morais da consciência humana desde o ensino fundamental. Bastaria introduzir a educação de valores na rede de escolas e universidades públicas, já devidamente montada.
É O CAOS
Aguardavam o fim do mundo, não é mesmo? E o fim veio. É o caos. Não acredito que alguém, em qualquer tempo, em qualquer lugar, tenha visto uma coisa dessas. Nunca vi tamanho absurdo, os humanos se transformarem absolutamente em inimigos uns dos outros.
Não estou me referindo a criminosos, bandidos, perversos. Estou me referindo a grupos humanos que deveriam compartilhar os mesmos objetivos, e, no entanto, devido o caos apocalíptico, tornam-se inimigos uns dos outros. Contendem por qualquer coisa; dividem; disputam. O coração está frio e morto. No lugar uma pedra de ressentimento. Não suportam olhar para o espelho e ver o próprio desamparo. E muito menos a perversidade de suas almas.
Que longa marcha, prá onde? Os humanos foram contaminados pela triste idéia e pelo lamentável sentimento de que tudo isso não passa de um tédio. Por isso, a ruína espiritual está levando a massa humana a uma situação de extrema caotização. Daí que gente que outrora comungava dentro de um mesmo grupo, zelava por um mesmo objetivo, agora se torna inimigo. E nem cabe mais aquela máxima do Cristo que teria dito "amai os inimigos". A quem ele se referia?
Acho que agora dá para ter uma idéia a respeito de quem ele se referia. Os inimigos são os amigos.... Que terrível, não? É como se os espíritos ancestrais dos brutamontes das cavernas tivessem todos reencarnados; ou encostados aos montes no cangote desses zumbis humanos que povoam atualmente a Terra na casa de mais de seis bilhões.
Existe uma resistência? Preciso ter esperança que sim. Preciso acreditar que sim. Preciso acreditar que ainda existem humanos que realmente gostem uns dos outros. Não estou me referindo ao gostar egoista, aquele do benefício próprio, gosta porque convém. Quero ter esperança que ainda haja nesse planeta humanos que ainda resistem ao caos e amem uns aos outros com amor verdadeiro e verdadeiro respeito humano. Eu preciso acreditar nisso.
Não estou me referindo a criminosos, bandidos, perversos. Estou me referindo a grupos humanos que deveriam compartilhar os mesmos objetivos, e, no entanto, devido o caos apocalíptico, tornam-se inimigos uns dos outros. Contendem por qualquer coisa; dividem; disputam. O coração está frio e morto. No lugar uma pedra de ressentimento. Não suportam olhar para o espelho e ver o próprio desamparo. E muito menos a perversidade de suas almas.
Que longa marcha, prá onde? Os humanos foram contaminados pela triste idéia e pelo lamentável sentimento de que tudo isso não passa de um tédio. Por isso, a ruína espiritual está levando a massa humana a uma situação de extrema caotização. Daí que gente que outrora comungava dentro de um mesmo grupo, zelava por um mesmo objetivo, agora se torna inimigo. E nem cabe mais aquela máxima do Cristo que teria dito "amai os inimigos". A quem ele se referia?
Acho que agora dá para ter uma idéia a respeito de quem ele se referia. Os inimigos são os amigos.... Que terrível, não? É como se os espíritos ancestrais dos brutamontes das cavernas tivessem todos reencarnados; ou encostados aos montes no cangote desses zumbis humanos que povoam atualmente a Terra na casa de mais de seis bilhões.
Existe uma resistência? Preciso ter esperança que sim. Preciso acreditar que sim. Preciso acreditar que ainda existem humanos que realmente gostem uns dos outros. Não estou me referindo ao gostar egoista, aquele do benefício próprio, gosta porque convém. Quero ter esperança que ainda haja nesse planeta humanos que ainda resistem ao caos e amem uns aos outros com amor verdadeiro e verdadeiro respeito humano. Eu preciso acreditar nisso.
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